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Japan

Não vou falar muito sobre a história do Japão e tals,é q a história é bem extensa.Mas deixarei alguns tópicos interessantes!!!   

 O Alfabeto Japonês


Os japoneses têm que aprender a falar a língua e escrevê-la de três maneiras diferentes. Isso porque há três maneiras de se escrever o japonês: em Hiragana, Katakana e o Kanji. Esses três alfabetos são utilizados para se comunicar no Japão e cada um tem suas peculiaridades.

O Hiragana tem 48 caracteres que representam, cada um, uma sílaba. Para escrever uma palavra trissílaba (com três sílabas) em Hiragana, por exemplo, utilizam-se três caracteres. É o alfabeto mais utilizado no Japão.

O Katakana é muito semelhante ao Hiragana: também possui 48 caracteres que representam sílabas. Em ambos os alfabetos, cada caractere representa um som (como “ka”, a junção do som de “k” e a vogal “a”) . A principal diferença entre eles é que o Katakana é utilizado para escrever nomes de países, palavras de origens estrangeiras ou ocidentais e também nomes de produtos e onomatopeias.

Já os mais de 40 mil kanjis formam um alfabeto completamente diferente dos dois acima. Mais que um alfabeto, o Kanji é um conjunto de símbolos que representam ideias, conceitos, e podem ter mais de um significado. Apesar do número extenso de caracteres, é necessário saber 1.945 deles para ser considerado alfabetizado no Japão (é o número de kanjis ensinado nas escolas). Portanto, pode ser que um japonês adulto e alfabetizado se depare com kanjis que não conheça ao longo de
sua vida.

Assim, um kanji, ou ideograma, é uma “imagem pictográfica” do que se quer dizer. Então, a partir de um simples “radical” (um traço específico) pode-se decompor vários significados, o que torna o aprendizado mais simples. Por exemplo:



Os alfabetos japoneses tiveram origem no chinês e, assim, foram adaptados e transformados em Katakana, Hiragana e Kanji. Mesmo com a adaptação e o passar dos tempos (estima-se que o primeiro alfabeto japonês tenha surgido no século IV), ainda há muita semelhança entre caracteres chineses e japoneses.

Hiragana e Katakana - como funcionam

A forma de se escrever algumas palavras em japonês é bastante peculiar. Algumas letras comuns do alfabeto romano (o que utilizamos) como “V” e “L” não existem nem no Hiragana ou no Katakana. Assim, é comum ouvir japoneses trocando o “V” pelo “B” e o “L” pelo “R” na hora de falar (ex.: a palavra em inglês “vilan”, que significa vilão, seria dita “biran” por um japonês).

As vogais A, I, U, E, O (nesta ordem) e a consoante N podem ser representadas por apenas um caractere, tanto em Hiragana como em Katakana. Os demais caracteres dos dois alfabetos são representados por duas ou mais letras juntas, formando sílabas.

Veja alguns exemplos dos dois alfabetos abaixo:

Hiragana:



Katakana:



Estas são sílabas básicas da escrita japonesa. Existem ainda outras variações de sílabas, como “CHI” e “KYO”, ou mesmo sílabas como “DA” e “JI”. Dois exemplos de transcrição em Hiragana, Katakana e Kanji:

Sonho (português) = Yume (japonês)
Hiragana:

Katakana:

Kanji:


Amigo (português) = Tomodachi (japonês)
Hiragana:

Katakana:

Kanji:


Outra curiosidade do alfabeto japonês é a inexistência de encontros de consoantes como “BR” e “TR”, por exemplo. Por ser escrita (e falada) silabicamente, esses encontros consonantais acabam sendo decompostos em sílabas com vogais. A palavra “Bra-sil”, por exemplo, em japonês, vira “Bu-ra-ji-ro”. Além da decomposição de “BR”, o “S” com som de “Z”, no caso, é substituído pelo “J”.

Não é à toa que existem japoneses que morrem velhos sem conseguir ler por completo um simples jornal diário. Mas isso acontece porque, além de serem a maneira de se comunicar por escrito dos japoneses, os kanjis e caracteres são como uma forma de arte no Japão. Sua escrita é delicada e exige até mesmo uma ordem correta para se desenhar os “traços”. Tudo isso é mantido ainda hoje na terra do sol nascente, com o objetivo de preservar essa cultura milenar tão apreciada no mundo todo.

  Curiosidades

 1.   Existe uma lenda japonesa que conta que os deuses atiraram ao mar sua lança poderosa e o impacto dela com as águas fizeram espirrar 4.223 gotas. Essas gotas se transformaram nas ilhas que formam o arquipélago do Japão.
 
2.   O Grande Buda, em Nara, foi construído no século VII. Tem 16,2 metros de altura e é a maior estátua de metal fundido do mundo!
 
3.   Em algumas boates, mulheres ocidentais tiram as roupas em cima das mesas, em outras, mulheres nuas fazem Strip-tease de traz para frente (vão se vestindo a medida que a musica toca).
 
4.   Considera-se falta de educação abrir um presente na frente de quem deu.
 
5.   O sinal de positivo com o dedo quer dizer namorado. Para se referir à namorada, se levanta o mindinho.
 
6.   Os motoristas de táxi dirigem de luvas brancas e os bancos dos carros são cobertos por finas toalhas de renda branca.
 
7.   Alfabeto, eles têm três. Um mais simples, para crianças. Outro só para nomes estrangeiros. E ainda um terceiro, o principal deles, com mais de dois mil caracteres. Esse último é complicadíssimo, tanto que muitos japoneses só vão aprendê-lo com mais ou menos 15 anos de idade.
 
8.   Os japoneses têm alguma dificuldade em compreender o improviso, tudo o que um japonês faz é estritamente dentro das regras, qualquer fala fora do script o deixa confuso.
 
9.   Os japoneses trabalham muito, o que os faz dormir pouco. Então cada minuto de tempo ocioso é aproveitado para  um cochilo. Um japonês vai esperar algo ou alguém, vai andar de metrô ou fazer qualquer coisa sabendo que terá alguns minutos vagos, dorme. È um sono instantâneo. Na hora do compromisso o japonês acorda imediatamente.

10. Eles evitam se tocar. Cumprimentam-se com reverências, não são adeptos de abraços e apertos de mão. Nas ruas é comum ver pessoas usando máscaras cirúrgicas. São japoneses gripados que não querem contaminar outras pessoas.
 
11. Nunca coloque as mãos nos bolsos quando conversar com um japonês. É extrema falta de educação.

12. No Japão não existe andar térreo, os edifícios começam todos pelo primeiro andar.
 
13. O número quatro é uma das superstições mais populares. Devido a sua pronúncia (SHI) ser a mesma da palavra morte (SHI) é comum encontrar edificações que não possuem o quarto andar. 
 
14. Em muitos hospitais evita-se usar leitos como os números 9 e 42 pois a pronúncia deles respectivamente, significam dor e morte
  

Culinária

A culinária japonesa é reconhecida internacionalmente como uma culinária rica e saudável, e a culinária caseira japonesa é vista atualmente como a versão oriental da cozinha de bistrô francesa. O conceito de ambas é similar: priorizam-se os ingredientes frescos e o preparo lento de pratos honestos, ricos em sabor, feitos em quantidades limitadas. São gostos e aromas que remetem à infância, a ambientes familiares e reuniões de amigos em casa.

Pouca gente sabe, mas assim como na culinária francesa pratos variam de sabor conforme influências regionais, o mesmo ocorre com a comida japonesa. Conhecer todas essas nuances é um pouco difícil, mas é possível conhecer pelo menos duas das principais linhas regionais gastronômicas da culinária japonesa: a de Kantõ e a de Kansai.

A expressão Kantõ significa "a leste do portal" e é das regiões mais populosas e industrialmente desenvolvidas do Japão, compreendendo as cidades de Tóquio, Yokohama e Kawasaki. Região caracterizada pela intensa vida urbana e pelos gostos burgueses, a culinária de Kantõ revela preferência por sabores fortes e marcantes. Como reflexo do caráter metropolitano da região, aberto a novidades e influências externas, a culinária de Kantõ é também bastante condimentada e usa com freqüência ingredientes de origem estrangeira, como a manteiga.

Kansai significa "a oeste do portal". Trata-se de uma região com fronteiras não muito bem definidas, que compreende as cidades de Osaka, Kobe, e a antiga sede da corte imperial por mil e duzentos anos, Kyoto. Fortemente influenciada pela estética zen-budista e pelos gostos da aristocracia, a culinária de Kansai prioriza os sabores naturais dos ingredientes, evitando temperos em excesso e gordura. Os pratos de Kansai são leves e belos na apresentação. Os caldos e consomês são claros e sutis no sabor. Trata-se da culinária tradicionalista.

Atualmente há muitas cidades brasileiras que possuem mercearias especializadas em comida oriental e supermercados que comercializam alguns ingredientes para comida japonesa. A cidade de São Paulo concentra a maior parte dessas lojas e oferece a maior variedade desses ingredientes devido à forte presença de imigrantes asiáticos e seus descendentes. Procuraremos em nossas receitas utilizar ingredientes acessíveis, que podem ser encontrados no Brasil.

Esta parte do site CULTURA JAPONESA oferece aos apreciadores da comida japonesa uma ótica pouco ortodoxa de uma culinária bastante apreciada no mundo todo, bem como novos ingredientes e diferentes modos de se preparar pratos já conhecidos. Dicas em linguagem simplificada ajudarão mesmo as pessoas mais inexperientes na cozinha a preparar desde pratos básicos até algo razoavelmente complexo. E será constantemente ampliado, para que os interessados tenham a mais ampla e variada experiência gastronômica nipônica possível.

Fonte:www.culturajaponesa.com.br





















*Não podemos esquecer dos kyarabens bentos!!!





















                                    * QUEROOOOOOOO UMM!!!!




















 

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